La impunidad latinoamericana

Mientras en Argentina se hace juicio al ex-dictador Videla, en el Peru se condena tardiamente y con sentencias suspendidas a los responsables militares de la Masacre de Bagua como una cortina de humo para no investigar lo que realmente ocurrio ese fatidico 5 de Junio del 2009, mientras los responsables politicos siguen en la impunidad.

En Brazil las cosas no son mejores, existe una gran resistencia de los militares para reabrir los archivos y ofrecer información sobre los desaparecidos, 475 de acuerdo a la Comision de la Verdad, número aparentemente pequeño comparado con paises vecinos, lo que lleva a pensar que la verdadera razón de la resistencia a dar información sobre el paradero final de estos desaparecidos es que serian muchos más.

Ver este artículo “Cadê o Thomazihno?” que quiere decir algo asi como “Donde esta Tomasiño?”

Cadê o Thomazinho? O Comando do Exército, em documento revelado pelo GLOBO, demonstrou que quer prolongar o suspense em relação ao desaparecimento do amazonense Thomaz Antônio da Silva Meirelles Neto e de outros 475 brasileiros, que foram vítimas de sequestro, cárcere privado, tortura, assassinato, ocultação de cadáver e outras formas ilegais de repressão durante o período da ditadura militar (1964-1985).

Este argumento parece ser compartido por todas las fuerzas militares en Latinoamerica, o es que tienen un manual?

Acontece que o Comando do Exército não quer a pergunta – cadê o Thomazinho? O documento enviado ao Ministério da Defesa afirma que o regime militar saiu de cena há mais de trinta anos, que muitos envolvidos naquele período já morreram e que “testemunhas, documentos e provas perderam-se no tempo”. Alega que a criação da Comissão da Verdade “poderá provocar tensões e sérias desavenças ao trazer fatos superados a nova discussão” e que exigir resposta a essa pergunta “parece tão somente pretender abrir feridas na amálgama nacional”.

Y la excelente respuesta a este argumento falaz

Quer dizer que perguntar cadê o Thomazinho é, então, “abrir ferida na amálgama nacional”? Deixa ver se eu entendi bem: a ferida não foi aberta por agentes do Estado, pagos pelo contribuinte, que torturaram e assassinaram quem estava preso. Ela é aberta – segundo o documento – por nós, que queremos saber onde estão enterrados nossos mortos. Eu torturo e mato teu irmão, mas se você quiser saber onde ele foi enterrado, você “abre uma ferida”, você é um “revanchista”.

O desaparecimento do Thomazinho é uma “questão superada”? Superada para quem, cara pálida? Como “superada” se não obtivemos ainda resposta ao que nos angustia? Além disso, só pode ser considerada retaliação política por aqueles que têm culpa no cartório, o que não é o caso da maioria dos militares que não compactuaram com crime tão hediondo.

Não é função das Forças Armadas defender torturadores. Essa defesa é, no mínimo, estranha, e depõe contra outros militares que, embora favoráveis à ditadura, não concordavam com a tortura, alguns deles foram inclusive punidos por isso. A Comissão da Verdade pode nos mostrar que existiram oficiais dignos, como o general Peri Bevilaqua, nomeado, em 1965, ministro do Superior Tribunal Militar e cassado em 1969 porque se manifestou contra os crimes cometidos nos porões da ditadura. Queremos conhecer e reverenciar esses oficiais.

Una caracteristica particular de la Comisión de la Verdad de Brazil es que no contabilizo en sus registros de desaparecidos y muertos a los cientos tal vez miles de indígenas que fueron acosados, detenidos, torturados o asesinados por oponerse a los proyectos de la dictadura, esto evidencia el profundo racismo aún existente en un país que se precia de haber alcanzado la “democracia racial”. Racismo que se vislumbra incluso en los defensores de los DDHH como el articulista, como que “Hasta los indios…”

Até os índios estão querendo, agora, saber o que aconteceu com os Waimiri-Atroari, os Krenhakore, os Kané, os Suruí, os Cinta Larga e tantos outros que foram assassinados porque se opunham aos projetos da ditadura militar, embora “nenhum desses homens, mulheres e crianças sejam citados nas relações dos desaparecidos”, como reclama com razão Egydio Schwade em artigo publicado no Blog Casa da Cultura de Urubuí (AM).

Cadê Thomazinho? Cadê os índios das nove aldeias do Rio Alalaú, que foram massacrados? Temos de insistir com a pergunta em cada parágrafo, em cada linha do que for escrito para não nos cobrirmos de vergonha e opróbrio. Cadê o Thomazinho? Cadê o Thomazinho? Cadê o Thomazinho? Mil vezes seguiremos, insistindo: Cadê o Thomazinho? A gente só sossega, depois de obter uma resposta.

Leerlo completo aqui.

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